Se a minha bateria falasse


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 Se a minha bateria falasse

Autores Robertinho Silva e Miguel Sá. 357 páginas. Qual a distância entre os terreiros de umbanda de Realengo e os estúdios de gravação de Los Angeles? Os bailes nos clubes de Bangu e o palco do Carnengie Hall, em Nova York? Entre o samba e o jazz; a tradição e a modernidade? Durante os mais de 50 anos de carreira,Robertinho Silva percorreu todos estes caminhos e, com perseverança e alegria, construiu uma história de encontros, amizades e muita música. História contada página por página no livro Robertinho Silva em: se a minha bateria falasse... O livro O início é o encontro de Robertinho com um antigo frequentador dos bailes onde tocava em um boteco. A partir da conversa entre os dois, o leitor acompanha toda a trajetória do músico desde a infância em Realengo até os dias de hoje. Na história do percussionista, estão os tambores que tocava nas sessões de umbanda promovidas pela mãe, Dona Justina; as tradições musicais de Realengo; a descoberta do rádio e da bateria;a profissionalização nos bailes e dancings do Centro do Rio de Janeiro e nas boates de Copacabana e os encontros com Milton Nascimento, Naná Vasconcelos, Airto Moreira, Wagner Tiso, Egberto Gismonti, Gilberto Gil, João Donato, Wayne Shorter e tantas outras pessoas, além dos lugares que influenciaram sua vida e sua música. Hoje, Robertinho Silva é um mestre dos ritmos afro-brasileiros que, além de tocar com João Donato e produzir trabalhos próprios, faz questão de passar seus conhecimentos em workshops pelo mundo inteiro. A parceria O livro foi escrito em uma parceria de Robertinho Silva com Miguel Sá:repórter colaborador na Revista Backstage, especializada em produção musical. Depoimentos: “Tudo o que ele fazia era muito bom, tanto que, quando fui gravar com Wayne Shorter, ele perguntou quem eu queria levar, então eu falei: ‘quero levar Wagner Tiso e Robertinho Silva’” – Milton Nascimento, compositor “Ele é o herdeiro mais brilhante, mais imediato do Edson Machado, mas acrescentou os tambores vivos, africanos, tanto que ele hoje toca mais percussão que bateria” – Gilberto Gil, cantor e compositor “Eu acho o Robertinho o baterista mais criativo com que o Brasil já conviveu” – Wagner Tiso, compositor e pianista “É um baterista e um percussionista primoroso. Um dos esteios da música brasileira em vários dos movimentos da MPB. Foi ele quem botou a sugestão percussiva que tem na música mineira na música de Milton Nascimento”- Nelson Ângelo, violonista “Ele é um grande embaixador para a música e a cultura brasileira” – ViniIvel, cantora dinamarquesa “A concepção rítmica e um balanço natural fazem dele o meu baterista predileto”- João Donato, pianista e compositor “Admiro-o como músico pela criatividade na percussão. É um baterista percussionista” – Carlos Negreiros, percussionista e estudioso da música afro-brasileira “Se eu pudesse dar um recado aos bateristas e percussionistas do mundo seria: ‘ouçam o Robertinho Silva, ele tem algo a dizer!’” – Carlos Malta, saxofonista e compositor

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